segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Por um momento.
(23/12/2009)
domingo, 13 de dezembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Zona "livre" da Neoditadura
Que chagavam nas Universidades e faziam palestras, alertavam a juventude, lutavam por melhores condições de estudo, moradia, saúde, enfim, cidadania.
Estudantes que nas roupas, transgrediam e transmitiam a sua indginação. Que viviam nas bibliotecas, que panfletavam, que se comunicavam... Tudo isso, ou pelo menos quase tudo, se acabou.
O jovem estudante de Jornalismo, hoje, não mais se vestem desajeitado, não mais panfleta, quase não vai mais na biblioteca, poucos fazem pedágio no sinal!São, apenas, Revolucionários de Blogs e Papeis. Nem sempre com seus nome artísticos ou próprios, mas como numa neoditadura, que não os permitem reinvindicar ou reclamar, ou simplesmete serem - eles - mesmos. São personagens. O estudante, desde o primeiro período comporta-se como uma marionete bem vestida e, a espera que algum professor o chame para trabalhar numa TV, rádio ou qualquer área voltada a comunicação, que seja discreto, de boa aparência e não queria reinvindicar seus direitos. Está tudo nos conformes. Os estudantes ficam "mudos", vestem seus personagens e, no final da noite, já de madrugada, escrevem - na internet.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Por esses dias, pensando, vendo e ouvindo, aprendi muitas coisas.
Eu sou louco.
Não sei por que eu sempre quis que meus textos ficassem arquivados em um criado mudo?! Aqui está escrito como o mundo se aparece a mim, nesse momento de minha vida, que eu acompanho como protagonista e como espectador. Continuarei sempre escrevendo no futuro. Mas são coisas tão pessoais, sem sentido, sem pé, nem cabeça, mas espero que sirva para algo ou para alguém.
“Nos somos o mundo”,
musicalizou Michael Jackson, mas que mundo é esse?
Por que quando queremos respostas, perguntamos? Não já chega de perguntas? Seja lá para quem for; não acha que perguntamos de mais? Estamos sempre em busca de respostas, e eu nem sei ao certo o que perguntar...
Hoje, a maré estava alta e eu sentado na prancha que balançava ao agito das águas. O congestionamento de perguntas, comentários, dúvidas, lembranças assolavam minha mente. Mas eu simplesmente não conseguia pensar nelas. Acho que estou cansado de perguntar. Só que também estou de saco cheio pelas coisas que nunca mudam, pelas atitudes das pessoas, pela maneira como elas vêem o mundo. Não sei se cansei de lutar por um mundo mais justo, se estou aceitando tudo passivamente ou se apenas, certas coisas nunca mudam.
(15/08/2009)
sábado, 8 de agosto de 2009
"O que podemos fazer cada um de nós senão transformar nossa insquietude em histórias" (Jorge Larossa)
Levanto. Vou ao banheiro depositar toda essa confusão em forma de urina e, volto para cama, na esperança - frustada - de que tudo passe, e o branco e vazio venha a minha mente e eu possa dormir. O relójo acusa que se passaram pouco mais de uma hora desde a decisão de repousar. Só?! Afê! Vai, eu quero dormir.
Bom, tem sido assim, na maioria das noites. Sou vencido pelas minhas pálpebras baixas. Uma parte de mim me contêm...
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Se não havia...
...mais chances, por que tentou?
...vontade de morrer, por que suicidou-se?
...mais tempo, por que correu?
...dúvidas, por que perguntou?
...vontade, por que fez?
As vezes fazemos coisas sem pensar, mas por sermos humanos.
( ______________ )
Acho que a resposta eu tenho. Receio que eu a esteja fazendo com precisão e concretude. A palavra que mais se repete em minha cabeça é o medo, ansiedade, talvez a dúvida, mas são sentimentos como esses que parecem versificar a cada dia novas páginas neste livro que se intitula (pelo menos a mim) com o nome de "vida". Na construção de frases, ficam transcritos momentos descritos com ricos detalhes e outros apenas citáveis. Como é estranho ver sua história em palavras criadas no subconsciente! E vai-se levando a vida, como folhas passadas por dedos que não se sabe de onde vêm, mas que existem. Contudo, pego-me perguntando se terei controle da escrita ou se apenas sou espectador de uma história que não se sabe onde tá o fim, pois nem que eu queira, simplesmente não consigo ver as páginas subsequentes.
E quanto mais eu penso nesse livro, parece que as palavras formam-se em minha cabeça deixando-me angustiado, preso em uma vida a ser observada ou imaginadas
(e não a ser vivida) como nas páginas de um livro.
domingo, 21 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
a Loco - motiva.
Que locomotiva estranha essa! Vai sempre em frente, a cada dia a velocidade aumenta, preocupando seu passageiro. Será que vai chegar na futuro?
A estação futuro fica longe ou perto, depende apenas de quem está conduzindo a locomotiva. Alguns querem chegar logo, outros tentam freiar, quebrar o "acelerador" para o trem parar, mas ele continua, ainda, aumentando a velocidade.
Tem pessoas que estacionam seus trens na estação passado e, ficam lá, sem saber qual rumo tomar. Outras não conseguem perceber que a presente passa tão ráááápido. E o pior, quem chega na estação futuro, que virará presente, descobre que é a última parada, e esta, por sua vez, transforma-se na estação passado.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
(apenas) Pensamentos
o som propaga-se por um meio imaterial, apenas.
Mas, então:
- Por que você não diz nada?
(...) Ele continuou olhando, apenas.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
o tempo - o mestre.
Quando queremos que as coisas se resolvam, pedimos um tempo.
Quando queremos que as coisas se resolvam, falta tempo.
As vezes reclamamos dele, oh senhor do tempo, mas no fundo somos nós que o controlamos.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Observar (também) é uma arte.
Os mudos sábios calam!
Observar ainda é uma arte.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
μετα Φυσις
Um olhar vacilante e vazio;
Feito neve num dia de verão.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Paradigma de Animus
Se for pelas completas palavras.
Se for pelas perfeitas palavras.
Se for pelas complexas palavras.
Se for pelas sensíveis palavras.
Se for pelas vagas palavras.
...Eu compreendo.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
RE - visão de um adolescente.
Em cada canto do meu pranto,
Fez-se um vento do meu tempo,
Do passado distante, do bastardo errante.
Foi-se o tempo das crianças,
Da pureza que se fez o descaso e,
Do momento passageiro, fez-se o inferno.
E, dos demônios mostrou-se o fim.
Devagar, como as nuvens negras da chuva,
Carregadas com o sangue dos corpos ocos e sem vida, tombados na terra podre,
Deixando escorrendo seu sofrimento e felicidade como a água.
(XX-XX-2007)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Sim. Sim!
Era um ser, na verdade, uma metamofose. Não, não. O que estou dizendo? Pois é. Confuso não?
How could this happened with me?
Como os parâmetros do bom comportamento pode andar intimamente com a solidez de uma insensatez?
Contudo, são metáforas.
É engraçado parecer e não ser ou, simplesmete pensar o que é, mas não saber nem o que é !
Coisas da vida. Vai saber?!
